• Leura Dalla Riva

A PEGADA ECOLÓGICA DO BITCOIN, EFEITOS DA PANDEMIA NO PLANETA, A RELAÇÃO TDAH-NATUREZA ...

Dentre os destaques dessa semana escolhemos trazer pra vocês:


1. Qual a pegada ecológica do Bitcoin?

Conforme matéria publicada pelo New York Times, “Bitcoin usa mais eletricidade por transação do que qualquer outro método conhecido pela humanidade". Isso foi o que Bill Gates disse recentemente para o escritor da matéria Andrew Ross Sorkin.


Ainda segundo a matéria "A criptomoeda se tornou inevitável, com grandes empresas como a Tesla e investidores individuais correndo para estocar o token digital. Mas dependendo do estudo que você ler, as emissões anuais de carbono da eletricidade necessária para extrair Bitcoin e processar suas transações são iguais à quantidade emitida por toda a Nova Zelândia ou Argentina".


Outros estudos apontam que uma transação de Bitcoin é “equivalente à pegada de carbono de 735.121 transações Visa ou 55.280 horas assistindo no YouTube".


Leia a tradução completa dessa matéria em nosso site.


2. União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) aponta que a pandemia interrompeu os esforços de proteção da natureza no mundo

Reportagem aponta que "mais da metade das áreas protegidas da África cancelou, ou reduziu, as patrulhas e operações contra a caça furtiva, assim como suas atividades educativas e de divulgação. Na Ásia, essas medidas afetaram 25% das áreas protegidas. Na América do Norte e do Sul, na Europa e Oceania, a maioria conseguiu manter suas atividades principais, apesar dos confinamentos e da perda de renda procedente do turismo".


Assim, "areas de proteção ambiental em quase todo o planeta tiveram a vigilância limitada ou interrompida, temporariamente. Isso porque houve cortes de empregos, no orçamento e também uma queda acentuada no turismo" (JORNAL NACIONAL)


No Brasil, já reportamos há duas semanas a paralisação das operações do IBAMA denunciada por um Coronel do Exército exonerado pelo Ministro do Meio Ambiente Salles.



3. Estudo descobriu que quando uma criança vive em uma casa próxima a espaços verdes, as chances de desenvolvimento do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) são menores

"Nossos achados mostram que crianças expostas a ambientes com menos vegetação durante a primeira infância — até os cinco anos — possuem maior risco de receber um diagnóstico para TDAH em comparação com crianças que cresceram cercadas por áreas verdes", explica Malene Thygesen, uma das autoras do estudo, publicado no periódico Environmental Health Perspectives" (Uol)



4. Guardiões de sementes no Brasil

Dentro da propriedade de Isac Miola e Vilma Zotti, na Linha Ibiaça, em Dois Vizinhos, está um dos maiores museus de sementes e ramas do Brasil. Saiba mais



5. Uma "Greta Thunberg" blumenauense?


A reportagem do NSC relata: "Manuela Wippel dos Santos, 10 anos, ficou indignada ao ver um espaço público no bairro Victor Konder, onde mora, depredado na última semana. Por isso, teve a ideia de criar cartazes pedindo para que a comunidade cuide do local e denuncie casos de vandalismo que ocorram por lá". Saiba mais







Todo final de semana postamos um resumo semanal dos acontecimentos que consideramos mais relevantes em matéria ambiental. Nos ajude enviando o que você achar relevante para o email: metabolicrift@outlook.com.


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